Corbélia retoma habitação popular com 60 novas casas na sede e nos distritos

Corbélia terá 60 novas moradias populares por meio de dois programas habitacionais, marcando a retomada de novos projetos dessa modalidade no município depois de vários anos. As unidades serão distribuídas entre a sede, Nossa Senhora da Penha e Ouro Verde do Piquiri, com previsão de início das obras em outubro.

Do total, 40 casas serão construídas pelo Pró-Moradia. Trinta ficarão no distrito de Nossa Senhora da Penha e dez em Ouro Verde do Piquiri. A seleção das famílias destinadas a essa primeira etapa já foi encerrada.

As outras 20 unidades fazem parte do Casa Fácil Paraná, da Cohapar.

A distribuição prevista é de 13 casas no bairro Vila Nova Nazaré, quatro no loteamento Flávio Mariot e três no distrito de Ouro Verde do Piquiri.

Nesse grupo de 20 moradias, a seleção das famílias ainda acontecerá.

Os interessados precisam estar inscritos ou atualizar os dados no Cadastro de Pretendentes da Cohapar até 1º de novembro de 2026. O cadastro pode ser realizado pela internet ou presencialmente no CRAS de Corbélia, localizado na Rua Tulipa, nº 1.031. O atendimento presencial ocorre das 8h às 16h.

Entre os critérios divulgados para essa seleção estão renda familiar bruta mensal de até dois salários mínimos no recorte específico do empreendimento, vínculo de residência ou trabalho com Corbélia pelo período exigido, não possuir outro imóvel e não ter sido beneficiado anteriormente por determinados programas habitacionais. É importante observar os requisitos do processo local, pois o Casa Fácil possui diferentes modalidades estaduais.

A Cohapar confirma que o Cadastro de Pretendentes é uma das etapas utilizadas pelo programa para identificar famílias interessadas em projetos habitacionais. O simples preenchimento do cadastro, entretanto, não garante a contemplação. A família precisa atender aos critérios e passar pelo processo de seleção correspondente ao empreendimento.

A volta da construção de casas populares tem consequência direta sobre o déficit habitacional, mas também gera efeitos durante a própria execução.

São 60 unidades que demandarão mão de obra, materiais e serviços ligados à construção civil, além da infraestrutura necessária nos locais escolhidos.

A distribuição das casas entre sede e distritos também amplia o alcance territorial do programa, evitando concentrar todo o investimento habitacional na área urbana central.

Para quem pretende disputar uma das 20 unidades ainda sem beneficiário definido, a etapa mais urgente neste momento é manter o cadastro da Cohapar atualizado até 1º de novembro.

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