Uma fiscalização realizada na manhã desta segunda-feira (14), na Aduana da Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, resultou na apreensão de mais de 500 unidades de medicamentos introduzidos irregularmente no Brasil.
A ação foi realizada pela Receita Federal com apoio do Exército Brasileiro durante a fiscalização de uma van que entrava no país pelo Paraguai.
Durante a vistoria, os agentes encontraram 177 unidades de anabolizantes e aproximadamente 390 ampolas de medicamentos utilizados para emagrecimento.
Somados, os produtos passam de 500 unidades.
Segundo a Receita Federal, a mercadoria estava sob responsabilidade de um passageiro brasileiro, natural do estado de São Paulo.
Questionado durante a abordagem, ele relatou que havia sido contratado para levar os produtos até a região da Vila Portes, em Foz do Iguaçu, e que receberia R$ 1 mil pelo transporte.
A carga foi apreendida e encaminhada ao pátio da Alfândega da Receita Federal.
O órgão informou que os medicamentos deverão ser destruídos conforme os procedimentos aplicáveis a esse tipo de mercadoria irregular.

O passageiro também foi encaminhado à Polícia Federal para as providências legais relacionadas à ocorrência.
A publicação não informa as marcas dos produtos, os princípios ativos presentes nas ampolas ou a procedência exata de cada medicamento.
Também não foi divulgado o valor comercial estimado da carga.
A apreensão ocorre em um momento de aumento das fiscalizações sobre medicamentos utilizados para emagrecimento transportados irregularmente pela fronteira.
Nos últimos meses, Receita Federal, Polícia Federal e outras forças de segurança registraram diferentes ocorrências envolvendo grandes quantidades desse tipo de produto em Foz do Iguaçu.
Neste caso específico, contudo, a ocorrência está limitada à carga encontrada na van durante a entrada no Brasil nesta segunda-feira.
Não há informação de que o motorista da van tenha sido responsabilizado. A fonte consultada cita especificamente o passageiro apontado como responsável pela mercadoria.
O encaminhamento à Polícia Federal permitirá avaliar as circunstâncias do transporte e definir os procedimentos jurídicos cabíveis.



