Cão farejador encontra 248 kg de maconha escondidos no teto de van na Ponte da Amizade

Uma fiscalização da Receita Federal na Aduana da Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, resultou na apreensão de 248 quilos de substância identificada preliminarmente como maconha nesta quinta-feira (20). A carga estava escondida em um compartimento falso instalado no teto de uma van com placas paraguaias.

A descoberta começou antes mesmo da desmontagem do veículo.

Durante a fiscalização, o cão de faro Pike, utilizado pela Receita Federal, sinalizou a presença de entorpecentes ainda do lado externo da van.

A indicação levou os agentes a realizar uma inspeção mais detalhada.

No teto do veículo, foi encontrado um fundo falso onde estavam escondidos diversos tabletes. Após a retirada e pesagem, o total chegou a 248 quilos.

A van tinha placas do Paraguai e era conduzida por um brasileiro.

Motorista, veículo e droga foram encaminhados à Polícia Federal para os procedimentos de investigação e polícia judiciária.

A ocorrência demonstra a utilização de compartimentos estruturais para ocultar grandes carregamentos durante a travessia da fronteira.

Ao contrário de mercadorias escondidas em malas ou sob bancos, fundos falsos exigem modificações no veículo e podem dificultar uma inspeção visual convencional.

O uso de cães farejadores amplia a capacidade das equipes de identificar situações em que a droga não está visível.

Neste caso, a sinalização de Pike foi o elemento que direcionou a fiscalização para o teto.

As informações divulgadas não detalham onde o carregamento foi colocado na van, quem seria responsável pela entrega ou qual seria o destino final após a entrada no Brasil.

Também não foi informado se outras pessoas foram identificadas na investigação até o momento.

Por isso, não é correto atribuir o material a uma organização criminosa específica sem confirmação oficial.

A Ponte da Amizade é um dos principais corredores de circulação entre Brasil e Paraguai e concentra intenso fluxo diário de pessoas, automóveis, ônibus e veículos comerciais.

A fiscalização no local envolve Receita Federal, Polícia Federal e outras forças, dependendo da ocorrência.

Com a apreensão, a investigação passa a tentar identificar a cadeia por trás do transporte.

O motorista será ouvido e os elementos encontrados no veículo poderão auxiliar na apuração.

Até agora, o fato confirmado é a localização dos 248 quilos no compartimento falso e o encaminhamento da ocorrência à Polícia Federal.

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