Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência conseguiram reverter uma parada cardiorrespiratória em uma mulher de 70 anos na manhã desta sexta-feira (21), no bairro Pacaembu, em Cascavel. Depois das manobras de reanimação, a paciente foi encaminhada com vida ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná.
A ocorrência exigiu uma mobilização ampla do serviço de emergência.
Segundo as informações divulgadas pelo Consamu e publicadas pela CGN, foram enviadas duas Unidades de Suporte Básico e uma equipe de suporte avançado do Samu.
Quando as equipes chegaram, iniciaram os procedimentos previstos para situações de parada cardiorrespiratória.
Os socorristas realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar e conseguiram restabelecer a circulação da paciente. Após a reversão, ela foi estabilizada para o transporte até o HUOP, onde ficou sob atendimento da equipe hospitalar.
A reportagem não informa o que provocou a parada cardiorrespiratória.
Não há diagnóstico divulgado sobre infarto, doença prévia, arritmia ou qualquer outra condição que possa ter desencadeado o quadro. Por isso, não é possível atribuir causa médica ao episódio.
Também não foi divulgado um boletim hospitalar posterior com informações sobre a evolução clínica da mulher depois da chegada ao HUOP.

A parada cardiorrespiratória acontece quando o coração deixa de manter circulação sanguínea efetiva e a pessoa deixa de respirar normalmente. Nessas situações, o tempo para início das manobras de reanimação é decisivo porque órgãos como o cérebro passam rapidamente a sofrer com a falta de oxigenação.
No caso atendido no Pacaembu, a mobilização simultânea de unidades básicas e avançadas permitiu que procedimentos de ressuscitação fossem realizados no próprio local antes do transporte.
A reversão da parada representa um resultado importante no atendimento pré-hospitalar, mas não significa que a paciente estivesse definitivamente fora de risco.
Depois que a circulação retorna, é necessária avaliação hospitalar para identificar a causa, monitorar possíveis complicações e definir o tratamento adequado.
É justamente por isso que a mulher foi encaminhada ao HUOP mesmo após a reanimação bem-sucedida.
O caso também evidencia o papel do atendimento móvel na chamada cadeia de sobrevivência. O Samu recebe o chamado, desloca equipes, inicia suporte básico e avançado e faz a transferência para uma estrutura hospitalar capaz de dar continuidade ao tratamento.
Não foram divulgadas informações sobre quem acionou o serviço ou se alguma pessoa realizou primeiros socorros antes da chegada das equipes.
Assim, o dado central confirmado até o fim da manhã desta sexta-feira é que uma mulher de 70 anos sofreu uma parada cardiorrespiratória no Pacaembu, foi reanimada pelo Samu e chegou ao Hospital Universitário para continuar o atendimento médico.



