Trabalhador passa mal em andaime e precisa ser retirado por equipes do Siate e Samu em Cascavel

Um trabalhador precisou ser socorrido depois de passar mal enquanto realizava uma atividade sobre um andaime em uma obra na Rua Chopinzinho, na região do bairro Paulo Godoy, em Cascavel, na tarde desta quinta-feira (20). A ocorrência mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Siate devido à posição em que o homem se encontrava.

Segundo as informações apuradas no local, o trabalhador começou a sentir que poderia desmaiar enquanto ainda estava sobre a estrutura. Diante da situação, um colega de trabalho subiu no andaime para permanecer próximo e auxiliá-lo enquanto o atendimento especializado era acionado.

A proprietária da obra chamou o Samu. Como o homem estava em altura e precisava ser retirado em segurança, uma equipe do Siate também foi mobilizada para apoiar a operação. Depois de ser retirado do andaime, ele recebeu atendimento das equipes de socorro.

A reportagem informa que o trabalhador teria passado por uma cirurgia no pulmão cerca de seis meses atrás. Esse dado, entretanto, não permite estabelecer qualquer relação entre o procedimento anterior e o mal-estar registrado nesta quinta-feira. Não houve diagnóstico divulgado nem manifestação médica apontando a causa do episódio.

Também não foram informados a idade do trabalhador, o hospital para o qual eventualmente teria sido encaminhado ou uma atualização posterior sobre seu estado de saúde.

Por isso, qualquer tentativa de atribuir o mal-estar a uma doença, à cirurgia anterior, ao esforço físico, à temperatura ou a outro fator seria especulativa.

O fato de o homem estar sobre um andaime acrescentou uma dificuldade prática ao atendimento. Uma pessoa que apresenta sensação de desmaio em altura pode necessitar de retirada controlada para evitar uma segunda ocorrência durante o próprio resgate.

A legislação brasileira possui regras específicas para atividades em altura. A NR-35 do Ministério do Trabalho estabelece medidas de prevenção para trabalhos com diferença de nível superior a dois metros quando existe risco de queda e prevê planejamento também para situações de emergência e salvamento. A reportagem, porém, não informa a altura exata do andaime e, portanto, não é possível afirmar apenas com os dados disponíveis qual enquadramento normativo específico se aplicava àquela obra.

A norma prevê que cenários de emergência em trabalhos em altura contem com recursos e procedimentos adequados para retirada do trabalhador. No caso desta quinta-feira, a necessidade de apoio do Siate demonstra justamente que a posição da vítima exigia cuidados adicionais durante o atendimento.

Não houve informação de queda do trabalhador. O atendimento ocorreu porque ele passou mal enquanto permanecia no andaime.

Até a última atualização da reportagem, as equipes já haviam conseguido fazer a retirada e iniciado os cuidados, mas nenhuma informação posterior sobre evolução clínica havia sido divulgada.

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